Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

domingo, 18 de janeiro de 2026

GÊNEROS NOS PONTOS - TO- PO- RR

 

Teia Estadual de Pontos de Cultura lança Seminário “Gênero, Diversidade Cultural e Direitos Humanos” em Taquaruçu

Taquaruçu será, mais uma vez, o coração pulsante da Cultura Viva no Tocantins. No dia 13 de dezembro, a Casa do Artesão – Ponto de Cultura recebe o Seminário Gênero nos Pontos – Gênero e Diversidade na Amazônia e no Cerrado: saberes, resistências e interseccionalidades, estruturado no Eixo I: Gênero, Diversidade Cultural e Direitos Humanos, dentro da programação oficial da Teia Estadual de Pontos de Cultura.

O encontro integra diferentes universos e gerações — das tradições ancestrais aos movimentos urbanos — num gesto de celebração e reflexão sobre os corpos, territórios e modos de vida que constroem a região Amazônica e o Cerrado. A ação é uma realização coletiva do Pontão Nacional Gênero em Redes – Regional Norte, em diálogo com coletivos e pontos de cultura que atuam no chão da comunidade.

Um percurso sensorial e político pelos saberes dos povos e comunidades

A programação, que se estende pela manhã do sábado da Teia Tocantins de Pontos de Cultura, convida o público a vivenciar um espaço de partilha onde cada fala, canto e gesto reafirma a diversidade brasileira. A mesa inspiradora “Gênero e Diversidade na Amazônia e no Cerrado: Saberes, Resistências e Interseccionalidades” reúne:

Paula Stuczynski, do GT Hip Hop Nacional / CNPdC e coordenadora do Pontão Nacional Cultura Viva Hip Hop


Vivi de Esú, agente do Pontão Nacional Gêneros em Rede – Regional João Pessoa/PB

Babalorixá William de Oxóssi, do Ilê Odé

Silvino Sirnãwē Xerente, liderança indígena do povo Xerente

Noeme Ribeiro “Dotôra”, parteira, raizeira e curandeira do Quilombo Mumbuca




PORTO ALEGRE - No II TEIA dos Pontos de Cultura de Porto Alegre, o debate sobre gênero chega com a urgência de quem enfrenta diariamente as violências que atravessam nossos territórios. A mesa Gêneros nos Pontos, com a doutora em História Muriel Freitas, provoca uma reflexão necessária sobre como o machismo, o racismo e as desigualdades de gênero estruturam as formas de existir, criar e sobreviver nas cidades a partir das representações imagéticas e discursivas do audiovisual — e como as culturas vivas comunitárias podem ser ferramentas concretas de transformação.


Sob o tema “Não Tem Clima, Misoginia!”, vamos discutir estereótipos de gênero nas telas estimulam a cultura política do ódio e os fundamentalismos que amplificam as violências direcionadas às mulheres, às juventudes negras, às LGBTQIAPN+ e a todos os corpos dissidentes. É uma chamada para reposicionar o debate: não há sustentabilidade, não há futuro possível, enquanto persistirem as estruturas que naturalizam a misoginia.

Este encontro faz parte das ações do Pontão Temático Nacional Gêneros em Rede, reafirmando a importância de construir estratégias coletivas de enfrentamento, formação e escuta qualificada nos Pontos e Pontões de Cultura.

Venha somar e fortalecer.

Porque cultura viva é cultura que enfrenta, nomeia e transforma.

TOCANTINS -