Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I ENCONTRO NACIONAL DA ARTGAY



PAÍS RICO É PAÍS SEM GAY EXCLUÍDO
14 à 17 de Agosto - Natal –RN





PROGRAMAÇÃO OFICIAL

14.08.2011 (Domingo)
12h00 - Check In no Hotel e Inscrição no Evento;
17h00 - Participação de Lideranças Gays de Todo Brasil, no Trio da ARTGAY, durante a XII Parada Gay de Natal.



15.08.2011(Segunda Feira)
08h00 – Inicio do Credenciamento
09h00 – Mesa de Abertura do I Encontro da Articulação Brasileira de Gays:
  • Departamento Nacional de Aids – Eduardo Barbosa –
  • Governadora do RN – Sra. Rosalba Ciarline.
  • Coordenação Estadual de DST/AIDS e Hepatites Virais: Sônia Cristina.
  • Prefeita de Natal – Sra. Micarla de Souza.
  • Coordenação Municipal de DST/AIDS: Wilson Dantas.
  • Representantes dos Ministérios do Governo Federal:
1.     Saúde –
2.     Educação -
3.     MDS -
4.     Trabalho -
5.     Turismo -
6.     Cultura –
7.     SDH
  • Representante da ARTGAY RN:
  • Representante do Fórum LGBT Potiguar – Coordenação Gay: José Dantas.
  • Presidência Nacional da ARTGAY – Léo Mendes.
- Hino Nacional (Interpretado por Rodolfo Amaral – Cantor Gay Potiguar)
- Boas vindas dos representantes das mesas.
Coordenação da Mesa: Léo Mendes (Anfitrião)
Cerimonial: Paulo Renan


10h00 – Mesa 1 – “A Frente Parlamentar LGBT e a defesa da dignidade das Pessoas Humanas Gays”.
  • Jean Willys – pres. Frente na Câmara
  • Marta Suplicy – pres. da Frente no senado
  • Lídice da Mata – senadora PSB-BA
  • Sander Simgalio – Vereador PV-Alfenas
  • Coordenação de mesa: Evaldo Amorim – Coordenador da ArtGay no DF

11h00 - Mesa 2 – “A educação, direito de todos os gays e dever do Estado e da família”.
  • Representante do MEC
  •  Marcelo Nascimento-  Sec. Adjunto Municipal de Educação de Maceió
  • Benedito de Sousa Guilhon filho- Supervisor de educação em direitos humanos da secretaria de estado de direitos humanos e cidadania Ma
  • Anderson Cunha - Secretaria de Educação de Contagem
  • Coordenação de mesa:  – Gilmar Santos  Coordenador da ArtGay RJ

13h00 – Almoço




14h00 – Mesa 3 –A segurança pública, dever do Estado, direito dos Gays e responsabilidade de todos”
  • Representante da SENASP
  • Mario Leonny – Delegado de Polícia de Sergipe Aracajú
  • Luiz Mott – Professor da Universidade Federal da Bahia
  • Rildo Veras –
  • Coordenação de mesa: Ferreirinha – Coordenador da artgay PB



15h30 – Mesa 4 – Saúde como Direito dos Gays e Dever do Estado, em tempos de Aids”.
  • Representante do MS
  • Representante da SGEP
  • Eduardo Barbosa – Diretor Adjunto do Departamento Nacional de Aids
  • Representante da Saúde do índio – Antonio Wilson
  • Representante da Coordenação Estadual de AIDS do RN:
  • Wilson Dantas – Coordenador Municipal de Aids Natal
  • Coordenação de mesa: Sebastião Diniz – Coordenador da Artgay RR

17h00 –  Show de Dublagem com o gay Francisco Elber do GGR
Café e final das atividades




16.08.2011 (Terça Feira)
9h00 – Mesa 5 – A assistência social - A proteção à família, à infância, à adolescência, a juventude e à velhice dos Gays”. “Direitos e Participação Política de Gays Jovens, Negros, Indígenas”.O Trabalho como direito social dos Gays.
  • Representante do MDS
  • Representante do MT
  • Gil Casimiro – departamento Nacional de Aids – MS
  • Representante do CRASS – CE: Elísio.
  • Representante da Sec. Juventude
  • Representante da Seppir
  • Coordenação de mesa: Everlei Rangel – Coordenador da Artgay RS

10h30 – Mesa 6 –  O Turismo Gay como fator de desenvolvimento social e econômico.O Estado, garantindo a todos os Gays, o pleno exercício dos direitos culturais, apoio e incentivo a valorização e a difusão das manifestações culturais Gays. A articulação interministerial e intersetorial das políticas de promoção e proteção aos Direitos Humanos dos Gays no Brasil.

  • Representante Ministério do Turismo
  • Representante do MinC.
  • Representante da SDH
  • Claudio Nascimento  - SuperDir RJ
  • Danilo Bittencurt - Comitê Estadual LGBT da Bahia
  • Airton Ferreira da Silva cargo supervisor de proteção dos direitos humanos e combate a tortura da secretaria de direitos humanos e cidadania São Luiz- Ma
  • Coordenação de mesa: Otávio  - Coordenador da ArtGay Ba

12h00 – Mesa 7 –Polifonia da diversidade das representações LGBT”.
  • ABL:  Coordenadora Ana Carla
  • ABEH : Pres.  Leandro Colling
  • Abragay:  Pres. Marcos Trajano
  • ANTRA:  Pres. Jovana Baby
  • Artgay: Pres. Léo Mendes
  • E-Jovens :  Pres. Lohren Beauty
  • LBL: Coordenadora  Lurdinha Rodrigues
  • Rede Trans:Pres. Liza Minelly
  • Rede Afros: Pres LGBT: Nilton Luz
  • Coordenação : José Dantas – Coordenador da ArtGay RN


13h00 – Almoço

14h00 – PLENÁRIA FINAL
  • Votação da Tese do I Encontro da ARTGAY.

16hs -Show Monólogo com  o gay José Loyola do grupo Humanus
Café e final das atividades



17.08.2011 (Quarta Feira)

9h00 – PLENÁRIA FINAL
  • Votação da Tese do I Encontro da ARTGAY.(continuação)
  • Eleição da Coordenação nacional, regionais, estaduais da ARTGAY.
  • Eleição de representantes para o controle social nas áreas:
    1. Conselho e GTs – Minc
    2. Conselho e GTS – Senasp Segurança Pública
    3. Conselho e GTs – MS (Comite Tecnico, Cams, Cisp LGBT,...)
    4. Conselho e GTs – MT
    5. Conselho e Gts – MDS
    6. Conselho e Gts – Cultura
    7. Conselho e GTs – Juventude
    8.                  Racial
    9.                Direitos Humanos
    10.               Turismo
    11.               Relações Exteriores
  • Eleição da data, local e Comissão Organizadora Nacional do II Encontro da ARTGAY.
11h30 – Show Amaral a mil 



12h00 – Check Out no Hotel.
                             
 P.S a programação poderá sofrer mudanças.
Comissão Organizadora

Inscrições
Delegados de Ongs Gays  R$ 20,00
Outr@s Delegad@s  R$ 50,00

Negros cobram financiamento público na proposta de reforma política

Saulo Cruz
Gilson Nunes Vitório (representante da Coordenação Nacional de Entidades Negras - CONEN), dep. Henrique Fontana (relator) e dep. Edinho Araújo (1º vice-presidente)
Gilson Vitório (E) apoia a adoção do financiamento público exclusivo.
Manifestantes do movimento negro cobraram, nesta quarta-feira, durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, a inclusão de mecanismos que fortaleçam a participação dessa população no sistema político-eleitoral brasileiro.
O representante da Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen), Gilson Nunes Vitório, reivindicou a adoção do financiamento público exclusivo de campanha como o principal instrumento para permitir a democratização do Congresso Nacional e demais casas legislativas, aumentando a quantidade de cadeiras ocupadas pelas populações negra, feminina e indígena.
“A cada momento, os gastos das eleições aumentam e, sem condições financeiras, fica difícil a participação de candidatos negros, seja qual for o partido”, declarou. O ativista listou ainda a adoção das listas fechadas preordenadas e a fidelidade partidária como outros instrumentos que favoreceriam a participação dos negros na política.
Ao contrário da bancada feminina da Câmara, que cobra a lista fechada com alternância de gênero na sua composição, os manifestantes do movimento negro não querem a inclusão de um dispositivo semelhante relacionado à cor da pele. “Nós entendemos que o importante é fortalecer os partidos com as listas fechadas e com a fidelidade partidária. Naturalmente, vão incluir negros na lista para ganhar o nosso voto”, declarou Vitório.

Participação no LegislativoA sub-representação negra no Legislativo brasileiro foi explicitada por um levantamento apresentado pela União de Negros pela Igualdade (Unegro). De acordo com o estudo, há apenas 43 deputados federais que se autodeclaram negros (8,4% do total de 513), enquanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa (IBGE) registra 50,3% da população autodeclarada negra ou parda.
Segundo a Unegro, há ainda sete estados sem negros em suas Assembleias Legislativas (Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas e Mato Grosso do Sul). “Nenhuma nação completa sua democracia excluindo das esferas de decisão uma parcela tão grande de sua população”, declarou o coordenador-geral da organização, Edson Luís de França.
O relator da Comissão Especial, deputado Henrique Fontana (PT-RS), reiterou que o financiamento público exclusivo de campanha deve ser o “pilar fundamental” das mudanças no sistema político-eleitoral brasileiro. Ele declarou que o financiamento público será uma “arma muito poderosa para lutar contra todos os tipos de desigualdades que se expressam no Parlamento”.
Alcance limitado
Fontana alertou, no entanto, que a reforma política tem alcance limitado no combate a essas desigualdades: “A reforma política não pode ser entendida como uma tábua de salvação para resolver todas as desigualdades que este País gerou ao longo de séculos, mas é uma ferramenta importante e não pode se furtar a enfrentar aquilo que for possível ser enfrentado”.

Um dos autores do requerimento para a realização da audiência foi o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), que também classificou o financiamento público como instrumento determinante para a democratização da política brasileira. Ele informou que seu partido apoia a paridade de gênero na lista preordenada e a adoção de cotas para fortalecer a participação de outros segmentos “minorizados”, como os negros.
Reportagem – Rodrigo Bittar Edição – Ralph Machado A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

Curso para jornalistas vai preparar profissionais para a cobertura de gênero, raça e etnia

Inscrições são gratuitas e começam no dia 20/7. Curso vai acontecer em oito cidades: Belém, Fortaleza, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.De 20 de julho a 3 de agosto, profissionais e estudantes de Jornalismo podem se inscrever no Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, promovido pela FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas e a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, com apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e da Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM. O curso é gratuito, tem certificação da FENAJ e da ONU Mulheres e vai acontecer em oito cidades: Belém (PA), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Segundo a coordenação do curso, profissionais e estudantes de regiões metropolitanas, do interior e de regiões próximas aos oito estados podem fazer a inscrição diretamente no sindicato local de jornalistas ou solicitar informação por e-mail. Cada localidade terá o total de 50 vagas a serem preenchidas por jornalistas, repórteres, produtores, pauteiros, redatores, editores, fotógrafos, repórteres cinematográficos de veículos impresso, on-line e eletrônicos e estudantes de Jornalismo a partir do 6º período.
O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas será realizado no período de 8 de agosto a 1º de setembro de 2011, tendo carga horária de 8 horas/aula, das 18h às 22h. O programa está baseado em dois módulos e duas atividades pedagógicas: Gênero, Raça e Etnia em Sociedade; Jornalismo, Ética e Diversidade; Leitura Crítica da Mídia; e Experiências e Trajetórias Locais: Identificando Novas Fontes. O curso tem como objetivo preparar jornalistas, profissionais da imprensa e estudantes de Jornalismo para a cobertura de pautas relacionadas a gênero, raça e etnia.

Data
Localidade
Contato
8 e 9/8/11
Amazonas – Manaus
10 e 11/8/11
Pará – Belém
15 e 16/8/11
Ceará – Fortaleza
17 e 18/8/11
Pernambuco - Recife
22 e 23/8/11
Alagoas - Maceió
24 e 25/8/11
Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
29 e 30/8/11
São Paulo – São Paulo
31/8 e 1/9/11
Rio Grande do Sul - Porto Alegre
 

 A iniciativa faz parte da cooperação estabelecida entre a FENAJ e a ONU Mulheres, celebrada no 34º Congresso Nacional dos Jornalistas, para o pleno cumprimento dos princípios dos direitos humanos e marcos internacionais referentes ao gênero, raça e etnia no Brasil e no mundo à luz da liberdade de imprensa. Conta com o apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
O curso é desenvolvido com assessoria técnica e financeira do Programa Regional de Incorporação das Dimensões de Gênero, Raça e Etnia nos Programas de Combate à Pobreza da Bolívia, Brasil, Guatemala e Paraguai e do Programa Interagencial de Gênero, Raça e Etnia do Sistema ONU no Brasil, financiado pelo Fundo para o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O curso ocorre no âmbito das atividades do Ano Internacional das e dos Afrodescendentes, estabelecido pelas Nações Unidas, e da Campanha do Secretário-Geral da ONU “Brasil: Una-se pelo fim da violência contra as mulheres”.

Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas
Inscrições: 20/7 a 3/8/2011.
Investimento: gratuito, com certificado de 8h/aula emitido pela FENAJ e ONU Mulheres.
Período do curso: 8/8 a 1/9/2011.
Locais: Belém (PA), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Informações: generoracaetniaparajornalistas.wordpress.com | grejornalistas@gmail.com
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