Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SEMINÁRIO E OFICINAS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES


A Representação do Ministério da Educação no Rio de Janeiro – REMEC RJ, vai realizar um evento, com Seminário e Oficinas sobre a temática Políticas Públicas da Educação e da Formação Docente , no período de 14 a 18 de fevereiro próximo, sempre iniciando às 14 horas, no Palácio Gustavo Capanema, Rua da Imprensa, nº 16, Rio de Janeiro. O evento inclui-se nas atividades do Programa de Formação Continuada de Professores da Educação Básica, executadas em caráter de ação piloto do Centro de Memórias da Educação e da Cultura, projeto desenvolvido pela REMEC RJ, no âmbito do Acordo Brasil-UNESCO. Este Programa, articulando-se com a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, vai oferecer, de fevereiro até maio próximos, oficinas e seminários sobre as questões da educação e da cultura brasileira, potencializando os movimentos históricos e a estética do Palácio Capanema. Tais atividades serão desenvolvidas como encontros de formação endereçados, principalmente, aos professores da rede pública de ensino básico numa modalidade de formação continuada que valoriza e contextualiza as experiências educativas e as urgências de diferir e criar do mundo contemporâneo. Além disto , também serão promovidas visitas guiadas para apresentar ao público as obras de arte e as dimensões históricas , ressaltando as referências arquitetônicas do Palácio Capanema, que o qualificam como um dos grandes marcos mundiais da arquitetura moderna.

PROGRAMAÇÃO 14 ⁄ 02 ⁄ 2011 Salão Portinari 14h .
ABERTURA MEC- REMEC -UNESCO 14:30h às 16:30h .

Seminário Políticas públicas da educação e da formação docente.
Debates. Coordenação: ProfªDra. Célia Linhares
Palestrantes: Prof. MSc. Rogério José de Souza.
Profª Esp. Elisa Loureiro Kritsinelis.
Profª Dra. Maria Cristina Leal 17h às 18h .

Visitas Guiadas 15, 16 e 17 ⁄ 02 ⁄ 2011 14 às 18h .

Oficinas

TEMA 1 : Espaço Lúcio Costa Prof. MSc. Rogério José de Souza Políticas públicas contemporâneas para formação de professores

TEMA 2: Auditório Moniz Aragão Profª Esp. Elisa Loureiro Kritsinelis Papel da Escola e dos educadores na Educação Inclusiva

Tema 3: Salão Portinari Profª Dra. Maria Cristina Leal Cooperação entre as Instituições Públicas na formação continuada de professores do Ensino Básico.

18 ⁄ 02 ⁄ 2011 Salão Portinari 14 às 18h . Avaliação.

Informações e inscrições gabineteremecrj@mec.gov.br, memoriasremecrj@mec.gov.br,
(21) 3478-1601⁄1602

MULHER NEGRA: LIVRO / O PROGRESSO DAS MULHERES NO BRASIL

MULHER NEGRA: LIVRO / O PROGRESSO DAS MULHERES NO BRASIL: "UM BALANÇO DE CONQUISTAS E DESAFIOS O Progresso das Mulheres no Brasil é uma publicação organizada pelo Fundo de Desenvolvimento das Naçõ..."

MULHER NEGRA: 30 años de feminismo Latinoamericano y del Caribe:...

MULHER NEGRA: 30 años de feminismo Latinoamericano y del Caribe:...: "XII Encuentro Feminista latinoamericano y del Caribe Bogotá, noviembre 23-26 de 2011 Queridas Feministas Reciban un abrazo caluroso de a..."

Arte Educadores e ou Oficineiro

Arte Educadores e ou Oficineiro


A Universidade de Mogi das Cruzes, campus São Paulo , está em busca de educadores, arte/educadores e/ou Oficineiro para ministrar oficinas e/ou workshops aos sábados, no período da manhã e/ou tarde.

Nosso desejo é organizar uma série de atividades de extensão (cursos curtos, de no máximo 20hs de duração) a fim de incrementar as Atividades Complementares dos alunos do Núcleo de Educação (Pedagogia, Letras e História) e, também, ampliar o contato com a comunidade do entorno da faculdade.

As temáticas não estão fechadas e estamos abertos para propostas.

A faculdade oferece o espaço e várias oficinas poderão ocorrer concomitantemente. A remuneração será relativa ao número de inscritos.

Estamos em busca também de um coralista, em início de carreira. Quem tiver interesse em montar um grupo de teatro, isso também nos interessa. A remuneração também será por conta do número de participantes.

Quem tiver interesse, envie um email para Eliana Pougy: pougy@uol.com.br , com um pequeno currículo e proposta de oficina. Quem precisar de material deve indicar na proposta.

Campus São Paulo - UMC - Campus Villa-Lobos / Lapa - SP
Av. Imperatriz Leopoldina, 550 - Vila Leopoldina - São Paulo - SP - Tel. (11) 3648-505

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Carta aberta ao FNDC e ao movimento de comunicação

Fortalecer a organização e garantir a unidade do movimento de comunicação

A realização da I Conferência Nacional de Comunicação foi um marco para o movimento que atua nas questões de comunicação no Brasil.
Depois de três anos de articulações e pressão ininterrupta, organizações sindicais, movimentos sociais, coletivos e ONGs foram protagonistas de um debate de dimensão inédita, unindo-se em torno de uma pauta que garantisse a democratização do setor e a efetivação do direito à comunicação para os cidadãos e cidadãs.
A Confecom ampliou o campo do movimento de comunicação, e trouxe para a  discussão setores que até então acompanhavam-na de forma distante.
As comissões regionais pró-conferência e a comissão nacional funcionaram como espaços catalizadores absolutamente fundamentais para a construção da unidade organizativa que a sociedade civil precisava naquele momento.
No cenário pós-conferência, contudo, o movimento não conseguiu manter  espaços comuns de síntese programática e organizativa que viabilizassem uma atuação forte e unitária. Essa dificuldade foi prejudicial para todo o movimento, que não conseguiu impulsionar a agenda de implementação das resoluções da Confecom.
No momento em que se fortalece a pauta de construção de um novo marco regulatório para o setor, não podemos manter uma organização dispersa. Ao contrário, é preciso que o movimento aproveite sua proximidade programática para fortalecer sua unidade organizativa, de modo a gerar o máximo aproveitamento de energia das organizações e indivíduos que se empenham por transformações nesse campo.

O papel do FNDC

Em nosso entendimento, o espaço que reúne as melhores condições para isso é o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. O FNDC é um instrumento político construído pela classe trabalhadora brasileira que historicamente teve papel de resistência aos grupos hegemônicos da comunicação em nosso país. Sua fundação, no início da década de 90, reuniu os grupos que já atuavam em conjunto sobre esta pauta desde os anos 80 (incluindo o processo constituinte), e representou, naquele momento, o espaço de construção da unidade programática e organizativa.
Com a ampliação do movimento, o FNDC passou a não representá-lo mais em sua totalidade. Embora o Fórum tenha continuado como referência principal da atuação do movimento de comunicação, suas ações não mais representam o conjunto da sociedade civil com interesse no setor. Esse novo contexto refletiu-se claramente no processo de construção da Confecom e de suas etapas estaduais e nacional.
Isso não significa que a importância do FNDC tenha diminuído – é exatamente o contrário. Por sua representatividade e por reunir a maior parte das organizações que têm envolvimento orgânico com a pauta, sua relevância para o movimento só aumentou. Aumentou também sua responsabilidade. Em um cenário de ampliação do movimento, cabe ao Fórum o papel de agregá-lo em todo seu conjunto.
Seria um erro histórico se as organizações que estão fora deste espaço buscassem a construção de uma outra referência que não reunisse os atores historicamente engajados nessa luta. Uma rápida análise da atual conjuntura deixa claro que o cenário é bastante delicado para aqueles que acreditam na necessidade de transformações radicais neste setor. Segmentos conservadores que detêm o controle dos meios de comunicação fazem constante campanha contra qualquer mudança, tachando de “liberticidas” aqueles que ousam enfrentar interesses ao lutar pela ampla e irrestrita liberdade de expressão e pela efetivação do direito à comunicação. O momento exige unidade programática e organizativa.

Em busca da unidade

Frente a esse quadro, nos parece fundamental que o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação se constitua como o espaço de realização da unidade do movimento. Isso não se dará de uma hora para outra, mas pode se iniciar com duas ações concretas. A primeira é a sinalização clara do próprio Fórum de que ele tem a intenção de cumprir esse papel. A segunda é o ingresso de mais organizações de caráter nacional e local nos quadros de associados do FNDC.
As organizações que subscrevem essa carta estão dispostas a seguir esse caminho. Acreditamos que o fortalecimento nacional e estadual do FNDC vai dar condições para o fortalecimento organizativo do movimento, essencial para o período que se aproxima.
Do nosso ponto de vista, a construção da unidade neste momento não pode nem deve significar perda da autonomia das entidades, mas um esforço em produzir sínteses comuns em torno das resoluções da Confecom, com vistas a encaminhar ações coordenadas. Acreditamos que essa unidade pode ser construída em um ambiente de diálogo franco e leal entre as organizações, com mecanismos democráticos de participação e decisão, em uma organização formatada de modo a refletir a diversidade do movimento.
Fazemos essa proposta de forma franca e fraterna, acreditando que tanto os destinatários quanto os signatários estão do mesmo lado da trincheira, com objetivos comuns. Esperamos que seja possível concretizar esse espaço de unidade e fortalecer ainda mais o FNDC como o espaço de organizações dos trabalhadores e do movimento social na luta pela democratização da comunicação.

Brasília, 20 de janeiro de 2011

Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Fittel – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações

Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada

Projeto Revista Viração

ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância

MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos

REUNIÃO DA FRENTE REGIONAL DO ABCDMRR

REUNIÃO DA FRENTE REGIONAL DO ABCDMRR DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
9 de fevereiro de 2011 - às 18h
Auditório da Câmara Municipal de Santo André – Paca Municipal – Centro

Maria CRISTINA Pache PECHTOLL
(11) 9362-3540

Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com a economia e o meio ambiente.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

COORDENADOR DE PROGRAMAS SOCIAIS- SÃO PAULO

COORDENADOR DE PROGRAMAS SOCIAIS- SÃO PAULO

Atividades: Responsável por gestão social, coordenação de projeto social,abrigos, relacionamento com educacores, aplicação de treinamento e desenvolvimento para cuidados pedagógicos. Ter conhecimento nas legislações vigentes para Atuar com ênfase no do Estatuto da Criança e do Adolescente, Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária e Lei da Adoção.

Experiência gerencial/ coordenação em programas sociais e para educação comunitária. Ensino Superior completo.
Conhecimento intermediário em espanhol e básico em inglês.
Benefícios: Assistência Médica / Medicina em grupo, celular fornecido pela empresa.
Regime de contratação: CLT (efetivo).
Informações adicionais: É imprescindível ter DISPONIBILIDADE PARA MORAR NO PROGRAMA.
Benefícios extras: residência no local, pagamento de contas básicas (água/ luz).
Disponibilidade para viagens e disponibilidade de horário.
Os interessados enviar CV para debora.santos@aldeiasinfantis.org.br