Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

terça-feira, 28 de abril de 2015

1º SEMINÁRIO INTERNACIONAL CULTURA DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES


CONVITE: 1º Seminário Internacional Cultura da Violência contra as Mulheres 

O Instituto Vladimir Herzog e o Instituto Patrícia Galvão têm o prazer de comunicar a realização no Brasil do 1º SEMINÁRIO INTERNACIONAL CULTURA DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES , que acontece em São Paulo nos dias 20 e 21 de maio de 2015.

O Seminário é realizado em parceria com a ONU Mulheres, Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e Fundação Ford.

Trata-se de uma iniciativa inédita que reunirá um amplo elenco de especialistas, ativistas e representantes de organismos e instituições nacionais e internacionais para um debate aprofundado e propositivo sobre a Cultura da Violência contra as Mulheres, em suas diversas formas e abordagens.

Consideramos que sua participação será fundamental para o sucesso do evento.

A inscrição é gratuita e pode ser feita no endereço: www.scovaw.org 
As vagas são limitadas e serão preenchidas pela ordem de inscrição. 

Sobre o 1º Seminário Internacional
Cultura da Violência Contra as Mulheres 
Por dois dias, representantes de diversos países, como Argentina, Brasil, Costa Rica, Estados Unidos, Índia, Inglaterra e México, irão debater questões fundamentais para o enfrentamento da cultura da violência contra as mulheres.

O programa acontece das 9h às 18h, no Sesc Pinheiros em São Paulo, organizado em torno dos seguintes eixos: panorama global da cultura da violência contra as mulheres; a difusão dessa cultura entre a juventude; o papel da mídia; e as ações e propostas para o enfrentamento dessa questão.

No encerramento, as pessoas e organizações presentes lançarão um pacto global de não-tolerância à perpetuação da cultura de violação dos direitos humanos das mulheres.

Inscrição através do endereço www.scovaw.org
Mais informações:  contato@scovaw.org

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CURTA O GÊNERO 2015


O Curta o Gênero chega a sua quarta edição. Com uma programação ainda mais ampla e tão intensa quanto nas edições anteriores, o evento cumpre o objetivo de proporcionar ao público um espaço e um tempo de envolvimento, de construção fruitiva e de difusão nos campos dos estudos e das produções de gênero entre ativistas, acadêmicos e acadêmicas ou, simplesmente, pessoas interessadas nos conteúdos que o evento congrega.
> Ainda estão abertas as inscrições para o Simpósio Temático (até 20/02) e para Mostra Internacional Audiovisual (até 25/02). Confira mais informações no site:www.fabricadeimagens.org.br/curtaogenero
> As inscrições para o Curta o Gênero, como ouvinte, serão feitas no primeiro dia de evento, mediante a doação de 1kg de alimento à Central de Segurança Alimentar do Fórum do Movimento Social de Luta contra a Aids do Ceará.
O evento ocorrerá dos dias 13 a 18 de abril, na Casa Amarela Eusélio Oliveira. A proposta, deste ano, é conectar as produções nos campos das artes e da academia. Seja através do Seminário Gênero, Cultura e Mudança, da Mostra Internacional Audiovisual Curta o Gênero ou de outras ações integrantes do Curta o Gênero, os participantes têm acesso a uma atmosfera, um ar que enche nossos pulmões de leveza e nossos corações e mentes de anseios e projetos de liberdade, de equidade e de afirmação do outro.
Tema de 2015
    A proposta de conectar o que tem sido produzido nos campos das artes e da academia demonstrou eficácia nos eventos anteriores, conseguindo atingir um público diversificado. Seja através do Seminário Gênero, Cultura e Mudança, da Mostra Internacional Audiovisual Curta o Gênero ou de outras ações integrantes do Curta o Gênero, os participantes têm acesso a uma atmosfera, um ar que enche nossos pulmões de leveza e nossos corações e mentes de anseios e projetos de liberdade, de equidade e de afirmação do outro.
      Para todas e todos nós, que fazemos o Curta o Gênero, é a integração paradoxal de um aguilhão que nos desloca da comodidade e de uma brisa benfazeja que nos reanima e nos reorienta na caminhada.
      A cada ano, o Seminário Gênero, Cultura e Mudança dá o tom dos caminhos que o Curta o Gênero percorrerá, sempre trazendo para o debate um tema relevante no contexto dos estudos de gênero.
      Em 2015, nos debruçaremos mais uma vez sobre o feminismo como conceito e campo polissêmico e polissemântico extremamente fértil teórica e politicamente. O objetivo do Seminário 2015 não é, pois, eleger uma perspectiva feminista como panaceia, é antes ratificar a posição de que são esses múltiplos significados e interpretações que conferem ao pensamento feminista toda sua abrangência, todo seu potencial para a instigação, reflexão e construção de outras lógicas, outras performances, outros pensamentos políticos e outras relações entre pessoas, povos e nações.
      A escolha do tema é consequência de sementes plantadas ainda no Curta o Gênero 2014. Na ocasião, mesmo voltados para o tema da liberdade e suas interconexões com as questões de gênero, sexualidade, democracia, fundamentalismos e violações de direitos, percebemos que os olhares, avaliações e proposições feministas nestes campos se constituíram como um ponto forte e denso. Daí a decisão de aprofundarmos o assunto no nosso próximo encontro.
      Sejam todos bem-vindas e bem-vindos ao Curta o Gênero 2015!
ACESSE O SITE AQUI

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Congreso Latinoamericano De Cultura Viva Comunitaria


Quantas e quais narrativas podem ser criadas em um grande encontro com pontos de cultura, mestres griôs, parceiros latinos e muito mais? Participe da cobertura colaborativa e ajude a pensar e elaborar os conteúdos multimídia que podem surgir a partir da programação da Semana Cultura Viva Comunitária.

Inscreva-se na semana e marque a opção participar da cobertura colaborativa: http://bit.ly/SemanaCulturaViva
Confirme presença no evento: http://on.fb.me/1tgRMjd

#CulturaViva10Anos #SemanaCulturaViva #CulturaVivaComunitaria #LeiCulturaViva

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Seleção de pesquisadores/as - Participatório em Rede

Prezada pesquisadora, prezado pesquisador, 
a Secretaria Nacional da Juventude (SNJ) vem através deste convidá-lo(a) para se inscrever na chamada pública para custeio de sua participação no Encontro dos Pesquisadores e Pesquisadoras de Políticas de Juventude - Participatório em Rede, a ser realizado nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2014. 

São 55 vagas para pesquisadores de qualquer área do conhecimento, com experiência em pesquisa no tema de Juventude e Políticas Públicas, nas seguintes modalidades: 
- Vinte participantes que estejam cursando ou tenham concluído curso de graduação. 
- Vinte participantes que estejam cursando curso de pós-graduação stricto sensu ou tenham concluído o programa de mestrado. 
- Quinze participantes que tenham o título de doutor. 

O Encontro visa, além de refletir sobre o estado da arte da pesquisa sobre juventude, políticas públicas, dados e indicadores - dentro e fora da academia - e de criar um espaço para a troca e diálogo entre pesquisadores em diferentes momentos de sua formação, a constituição de uma rede de observatórios e pesquisadores.
Para inscrever-se, veja os pré-requisitos e documentos necessários na Chamada Pública, preencha  Ficha de Inscrição e envie-a junto com a Carta de Intenções para o e-mail: participatorio.juventude@presidencia.gov.br.
Faça o download da Ficha de Inscrição.
Acesse a Chamada Pública na íntegra.
O benefício garante hospedagem, translado e alimentação para o Encontro dos Pesquisadores e Pesquisadoras de Políticas de Juventude - Participatório em Rede, com a possibilidade de apoio para transporte aéreo ou terrestre, em território nacional, para os primeiros classificados em cada categoria. 
Pedimos sua colaboração na divulgação deste Edital.
Muito obrigada,
Atenciosamente,
Equipe Participatório.


Valéria Viana Labrea

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Lei Cultura Viva em Pauta

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Lei Cultura Viva em Pauta

caso não visualize a imagem clique AQUI
 MEME Lei Cultura Viva  alterado
Enormes foram os esforços, ao longo de quase 10 anos, de diversos movimento sociais das culturas do país para que esse momento fosse celebrado. A aprovação da Lei Cultura Viva traz novas possibilidades para trabalhadores da cultura, nos rincões do Brasil.
Depois de aprovado no Senado o Projeto de Lei 757/2011 esta na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, o deputado Federal Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) já se comprometeu durante a V Teia Nacional, o mais importante evento dos Pontos de Cultura, a trabalhar pela sua rápida aprovação. VEJA O VÍDEO.
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Cultura e Política para quem precisa

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O Cultura Viva propõe um novo conceito de política pública.
São as organizações culturais da sociedade que ganham força e reconhecimento institucional ao estabelecer uma parceria, um pacto com o Estado. Aqui há uma sutil distinção: o Ponto de Cultura não pode ser para as pessoas, e sim das pessoas; um organizador da cultura no nível local, atuando como um ponto de recepção e irradiação da cultura.
Como um elo na articulação em rede, o Ponto de Cultura não é um equipamento cultural nem um serviço. Ele é um processo permanente de transformação social.
Seu foco não está na carência, na ausência de bens e serviços, e sim na potência, na capacidade de agir de pessoas e grupos, compartilhando soluções para desafios comuns.
O Movimento segue atento à tramitação da lei e promete mobilizar atores do setor cultural de todo o Brasil para estarem em Brasília na próxima terça feira, quando o projeto será votado na Câmara dos Deputados.
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A Lei prevê que o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais, além de garantir uma política cultural permanente do Estado Brasileiro.
Com a aprovação e execução da Lei, desburocratizaria o processo de financiamento e simplificaria os procedimentos de prestação de contas para entidades e coletivos formais e informais de cultura. Seria criado um Cadastro Nacional dos Pontos de Cultura, como instrumento pelo qual Estado e sociedade poderiam fiscalizar e acompanhar o repasse e a utilização dos recursos públicos, com transparência e controle social.
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MOBILIZE O DEPUTADO DO SEU ESTADO

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Participe da mobilização!

Ligue e mande email para os parlamentares, principalmente do seu estado e os que voce e sua rede tenham diálogo, pedindo empenho na aprovação do projeto da Lei Cultura Viva e Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil.
A transformação do Programa Cultura Viva em Lei Federal está a um passo de ser finalmente consumada. O projeto de lei segue para sua promulgação no Congresso na próxima terça-feira (10/6), onde deverá ser aprovada e levada para a sanção final da presidente Dilma Rousseff.
-> Assine a Petição da Lei Cultura Viva: CLIQUE AQUI
-> Clique AQUI e acesse as peças gráficas e publique em sua rede social, site ou blog!
-> LEIA o Projeto de Lei aprovado no Senado Federal!
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Linha do Tempo

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Entre a idealização do programa CULTURA VIVA e dos Pontos de Cultura já se vão quase dez anos. Ao final de 2004 (mais precisamente às 16 horas do dia 31 de dezembro), já eram 72 Pontos de Cultura, o primeiro deles em Arcoverde, no agreste de Pernambuco.
Depois vieram as ações com jovens Agentes Cultura Viva, Cultura Digital e 82 Oficinas de Conhecimentos Livres (quando ainda mal se falava em Mídia Livre), os Griôs e os mestres da Cultura Tradicional, transmitida pela oralidade, Cultura e Saúde, Interações Estéticas, Pontinhos de Cultura, Pontos de Memória, Pontos de Leitura, Pontos de Mídia Livre, Prêmio ASAS (isso mesmo, para que os Pontos de Cultura ganhassem asas, podendo se equipar melhor, por vezes comprando a própria sede), prêmio Areté (em tupi: dia festivo; em grego: virtude; tudo em uma só palavra) para eventos realizados pelos Pontos de Cultura. As Teias dos Pontos de Cultura, o “se ver e ser visto”. Tanta coisa.
mapa
Ao final de 2009 o programa alcançava mais de 8.000.000 de pessoas, em mais de 3.000 Pontos de Cultura em 1.100 municípios (em média atendendo 300 pessoas em atividades regulares, na maioria jovens e crianças, e com 11 pessoas trabalhando, metade voluntários – dados IPEA).
Tanta coisa boa e bela foi e continua sendo feita por este país, através da cultura das comunidades, feita de baixo para cima, em que o papel do governo seria garantir meios para que estas comunidades se empoderem cada vez mais, com protagonismo e autonomia. E tudo isso com um custo de apenas R$ 5 mil/mês (R$ 60 mil/ano) para cada Ponto (se bem que já está na hora de aumentar o valor).
Depois de 2011, apesar das mudanças de gestão do Ministério da Cultura a Cultura Viva seguiu viva e os Pontos de Cultura resistiram. Hoje este é um conceito de política pública que se espalha por toda América Latina e agora começa a ganhar a Europa; e já houve um primeiro congresso latinoamericano da Cultura Viva, em La Paz, Bolívia, com mais de 1.200 pessoas de 17 países. O povo, a gente que faz cultura nos bairros, assentamentos rurais, ruas, favelas, aldeias indígenas e quilombos, os jovens, os velhos, os artistas, seguiram fazendo a Cultura Viva.
E agora temos a lei aprovada na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Agora ela precisa ir a plenário e na sequência, ser sancionada pela Presidência da República. Viva a CULTURA VIVA!
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