Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

terça-feira, 26 de maio de 2026

VI FORUM NACIONAL DOS PONTOS DE CULTURA

Após doze anos foi realizada na cidade de Aracruz no Espírito Santo a V TEIA NACIONAL DOS PONTOS DE CULTURA E O VI FÓRUM NACIONAL DOS PONTOS DE CULTURA.O fórum nacional contou com 866 delegados eleitos nos vinte e sete Estados e Distrito Federal do Brasil, onde a proposta de debater sobre a crise climática e o futuro da PNCV deram o rumo da prosa dos 22 GTs espinha dorsal da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura  , onde neste Fórum foram criados mais três GTs , totalizando vinte e cinco GTs na nova CNPdC .

O GT Gênero se reuniu no dia 19 de maio do ano de dois mil e vinte e seis no salão do cinema , pois as salas estavam sempre sendo requisitadas pela organização do SESC que não compreendeu a dinâmica do FNPC. Estavam inscritos 15 delegados de quatro regiões do país , cumprindo assim os requisitos regimentais do Fórum, o GT Gênero garantiu sua existência na CNPdC nesta retomada 2027-2030, quando ocorrerá a próxima Teia.



O GT Gênero e suas inscrites após dois dias de debates rápidos pois a dinâmica do fórum estava acelerada, definiu reconduzir a titular Leila Lopes  do Ponto de Cultura Liga Panelladexpressão (RS) e para sua suplência Tereza Padilha do ponto de cultura Mapati (DF). Como o regimento orientava , caso o GT definisse que poderia eleger um colegiado com o máximo de dez delegades , optou-se pelo colegiado assim todas/os/es delegadas/os/es inscrites e que estiveram presentes nos debates do GT fazem parte ,pois apenas dez estavam aptos para tal tornando assim o GT mais representativo e plural nas linguagens necessárias para o desenvolvimento de políticas para o cultura viva nestas interseccionalidades. 

você pode acessar a ata AQUI 


o nome das demais do colegiado:

Débora Schulz - Casa AmarEla (Vila Velha - Espírito Santo, Mulher Cis Lésbica)

Rosalina de Oliveira Souza - Articulação Juruaense de Mulheres (Cruzeiro do Sul - Acre / Mulher Cis Hétero)

Claudia Helen Prestes - Movimento Grito da Periferia (Parentins - Amazonas / Mulher Cis Hétero)

Edilson Ferreira ( da Coab) - AGLEPS (Caxias Maranhão / Homem Cis Gay)

Bruna Machado da Silva - Coletivo de Artesãs Mariarte (Balneário Piçarras - Santa Catarina / Mulher Cis Pan)

João Pedro Andrade da Silva (Brigite Badalo) - Ajac (Bananeiras - Paraíba / Homem Cis Pan)

Maíra da Silva Aragão - Culturando na Montanha (São Thomé das Letras - Minas Gerais / Mulher Cis Pan)

Nicolau - Coletivo Cultura Rede Trans de Assis (Assis - São Paulo / Homem Trans 

Bisexual)

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