Apresentação

O grupo de gênero se insere na discussão do poder de uma sociedade machista e ter um marco emancipatório para a participação política das mulheres, tendo-as como sujeito. Debatendo o cotidiano, as relações familiares e/ou privadas, às relações institucionais da economia, da política e da cultura e suas dimensões objetivas e subjetivas simultaneamente. Este GT reúne os pontos de cultura que atuam na perspectiva da emancipação feminina, na luta contra a opressão e a violência contra as mulheres e pela afirmação da igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ceaf oferece o I Encontro do Ministério Público com os Movimentos Sociais


Encontro discutirá avanços e desafios das políticas públicas voltadas para a área da infância e juventude


O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional e a 23ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Cível de Belo Horizonte oferecerão, com apoio da Associação dos Membros do Ministério Público do Estado de Minas Gerais - AMMP, o I Encontro do Ministério Público com os Movimentos Sociais, no dia 21 de fevereiro de 2013, no período de 13h às 18h.

Com objetivo de aproximar o MPMG dos movimentos sociais com atuação na área da infância e juventude, além de discutir e propor ações referentes à área da criança e do adolescente, tendo em vista a elaboração do Plano Plurianual de Ação Governamental – PPA de Belo Horizonte, o Encontro contará com 150 participantes e se destinará aos membros e servidores do MPMG, em especial aos que atuam na infância e juventude e com movimentos sociais, bem como a todos aqueles que atuam com/nesses movimentos: Câmara de Vereadores, Conselheiros Tutelares, Conselhos de Direitos, Conspiração mineira pela educação, Coordenadoria de defesa da família, CAO-IJ, CIMOS, Entidades de atendimento à criança e adolescente, FORPAZ, Promotoria de defesa da Mulher, Promotoria de defesa dos deficientes e idosos, PROEDUC e Movimento Nossa BH.

As inscrições para a ação, que acontecerá no Salão de Festas da AMMP (Rua Timbiras, 2.928, Barro Preto), estão abertas.
Para se inscrever, clique aqui.

A certificação da ação será expedidas pela Diretoria de Formação, Aperfeiçoamento e Pós-Graduação, para os discentes que participarem integralmente do curso, nos termos do Regulamento da Escola Institucional (Ato Ceaf nº 2/2012).

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

II Encontro Gênero nos Pontos

Dia 05 de março

08:00 - Performance no cruzamento da Avenida da Universidade com Treze de Maio alusiva a abertura do Curta o Gênero 2013 e a Semana do Dia Internacional da Mulher
08:00 - Montagem da Exposição Fotográfica Contrastes - gênero, tempos, lugares, olhares.
14:00 – Inscrições e credenciamento
18:00 – Abertura do COG
19:00 – Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Conferência “Discriminação, silêncio e segredo: a violência escondida” - Guacira Lopes Louro (GEERGE/UFRGS)
20:00 - Mostra Nacional Audiovisual
Curta o Gênero
21:00 – Festa de abertura – Karla Vieira (live performance) e DJ Gabriel Lear

Dia 06 de março

08:30 às 12:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Minicurso “A produção do heterossexismo na trama das intersecções geracionais” - Fernando Pocahy (UNIFOR)
14:30 às 17:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Mesa “Que Estado democrático é esse? Leituras críticas nos interstícios dos estudos de gênero, políticas públicas e violência” Felipe Fernandes (NIGS/UFSC), Wânia Pasinato (PAGU/UNICAMP) e Marcos Antônio Monte Rocha (Fábrica de Imagens)
18:30 às 19:30 – Apresentação cênica – Ocultos
19:30 às 21:00 - Mostra Nacional Audiovisual
Curta o Gênero

Dia 07 de março

08:30 às 12:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Minicurso “Roteiros e narrativas audiovisuais para a promoção da equidade de gênero” Grá Dias (UNIFOR) e Marcos Rocha(Fábrica de Imagens)
14:30 às 17:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Mesa “Questões de gênero e sexualidade nas experiências trans: (re)invenção dos corpos, subjetividades e violências”
Berenice Bento (Tirésias/UFRN), João Nery (escritor do Livro Viagem Solitária) e Alexandre Fleming (LEO/UFC)
18:30 às 19:30 – Apresentação cênica - “Viagem Solitária”
19:30 às 21:00 - Mostra Nacional Audiovisual
Curta o Gênero

Dia 08 de março

08:00 - Performance no cruzamento da Avenida da Universidade com Treze de Maio alusiva a abertura do Curta o Gênero 2013 e ao Dia Internacional da Mulher.
08:30 às 12:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Minicurso “Corpo, Gênero e Imagem” Karla Bessa (PAGU/UNICAMP)
14:00 às 17:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Mesa “Violências de gênero e étnico-raciais: cenários, contextos e perspectivas Sueli Carneiro (GELEDES), Maria Luiza Heilborn (CLAM/IMS/UERJ) e Zelma Madeira (NUAFRO/UECE)
18:00 às 19:30 – Mostra Paralela da Mostra Internacional do Filme Etnográfico (RJ)
19:30 às 21:00 - Mostra Nacional Audiovisual
Curta o Gênero
21:00 – Festa – Samba de Rosas

Dia 09 de março

08:30 às 12:00 - Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Workshop “Documentários de Gênero e gêneros de documentário” José Inácio Parente e Patrícia Monte-mór (curadores da Mostra Internacional do Filme Etnográfico)
14:00 às 17:00 -
Seminário Gênero, Cultura e Mudança – Mesa Quanto vale o show? Violência de gênero e direito à comunicação no Brasil – Iara Beleli (PAGU/UNICAMP), Jacira Melo (Instituto Patrícia Galvão) e Helena Martins (Intervozes);
17:00 às 19:00 – Entrega de certificados do Seminário Gênero, Cultura e Mudança                        
19:30 às 21:00 - Mostra Nacional Audiovisual Curta o Gênero
21:00 às 21:30 - Encerramento.


Um abraço a todas e todos e nos desejem sorte.

Marcos Rocha
Curta o Gênero 2013
Ponto de Cultura Outros Olhares
GT Gênero CNPC
Fábrica de Imagens

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

VOTAÇÃO CULTURA VIVA! PARTICIPEM!!


Ponteiros (as), 

Colabore com a votação Cultura Viva: quais, quantos e o formato dos temas de debates da TEIA Paulista 2013 que será realizada nos dias 06, 07,08 e 09 de junho de 2013 na Capital/SP



Prorrogado o período de votação: 02 (sábado) a 17(domingo) de fevereiro de 2013

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Equipe de Comunicação da TEIA Paulista 2013

I Encontro Nacional do Movimento de Mulheres Camponesas

Com o tema “Na Sociedade que a Gente Quer, Basta de Violência contra a Mulher!”, cerca de três mil mulheres camponesas, de vinte e dois estados do Brasil, estão sendo esperadas para os dias 18 a 21 de fevereiro de 2013, no Parque da Cidade em Brasília.
Para o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), segundo a dirigente da região Sul, Noeli Taborda o objetivo deste encontro será de “fortalecer o Movimento de Mulheres Camponesas desde a base à direção Nacional, dando visibilidade ao papel importante que a mulher exerce na produção de alimentos, celebrando conquistas e planejando o futuro”.
O MMC possui como missão a libertação das mulheres trabalhadoras de qualquer opressão e discriminação. Isso se concretiza nas lutas, na organização, na formação e na implementação de experiências de organização popular, onde as mulheres sejam protagonistas de sua história. O Movimento tem a preocupação com a soberania alimentar, entendida como a produção de alimentos saudáveis e diversificados para o consumo de toda população brasileira, não apenas de suas famílias.
Durante os dias do encontro, as mulheres vivenciarão diferentes momentos como plenárias que discutirão os temas: a produção de alimentos saudáveis, o combate a violência contra as mulheres e o feminismo. Além de estudos, discussões e vivências, as camponesas também terão atividades culturais.
Segundo a dirigente do Movimento da região Amazônica, Tânia Chantel a importância do encontro se situa no fato de “reunir mulheres do campo de todo o Brasil para discutir e dialogar sobre temas tão importantes como o projeto de agricultura camponesa que defendem, bem como o tema da violência que atinge muitas mulheres do campo, mas que não é visibilizada pela sociedade, pelas autoridades e pela mídia. O encontro também pretende ser propositivo no sentido de fomentar a criação de políticas públicas e novas discussões nos grupos de base nos Estados, visto que muitas políticas públicas não se efetivam na vida das camponesas”.
Já está confirmada a presença de Organizações de Mulheres Internacionais dos países de Cuba (Federação de Mulheres Cubanas), Honduras (Conselho para o Desenvolvimento Integral das Mulheres Camponesas), Colômbia (Federação Nacional Sindical Unitária Agropecuária), Venezuela (Frente Nacional Campesina Ezequiel Zamoura), Chile (Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas), Paraguai (Coordenadora Nacional de Organizações de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Indígenas), República Dominicana (Confederação Nacional de Mulheres do Campo), Itália (Universidade de Verona) e África (União Nacional de Camponeses de Moçambique e uma articuladora de organizações de camponeses da África do Sul - TCOE).
A abertura está prevista para o dia 18/02/2013 às 14 horas. Logo após as camponesas irão expor produtos em uma Mostra da Agricultura Camponesa, que acontecerá no mesmo local.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mulheres Negras: um Olhar sobre as Lutas Sociais e as Políticas Públicas no Brasil"

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Qua, 06 de Fevereiro de 2013
Organizado por Jurema Werneck e publicado pela Organização Criola, o livro “Mulheres Negras: um Olhar sobre as Lutas Sociais e as Políticas Públicas no Brasil” traz análises fundamentais acerca do impacto do racismo e do sexismo nas políticas públicas brasileiras. O livro, disponibilizado em versão completa no site, conta com artigos de Lucia Xavier, Nilma Bentes, Maria Aparecida de Assis Patroclo, Julia Zanetti, Monica Sacramento, Fernanda Lopes e a própria Jurema Werneck, que refletem sobre o esse importante tema com diferentes enfoques.
Segue abaixo a Apresentação do livro:
“As mulheres negras têm sido parte importante da sociedade brasileira há cinco séculos. Como grupo social específico em defesa de seus interesses ou como parte do amplo contingente negro ou geral que luta por justiça social e inclusão social, sua atuação pode ser vista desde o regime escravocrata até hoje. De fato, as lutas das mulheres negras por equidade se desenvolve ao longo dos séculos e devemos reconhecer que têm sido parte fundamental dos amplos segmentos que constroem cotidianamente o Brasil como nação. Ainda que violentamente invisibilizadas – pois atuam num contexto de racismo e sexismo – colocam à disposição da sociedade séculos de lutas, de pensamento a serviço da ação transformadora. Em seu horizonte, uma sociedade sem iniquidades, sem racismo, sexismo, sem as desigualdades de classe social, de orientação sexual, de geração ou de condição física e mental, entre muitas outras.
Mas reconhecemos que, apesar de muitas lutas, ainda há um longo caminho a ser trilhado para que o Brasil venha a ser um ambiente confortável para a existência de todas. Violações cotidianas de direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais têm como legado os piores indicadores de qualidade de vida concentrados neste grupo particular. O que resulta em uma mobilização que não cessa.
Nesta publicação, Criola oferece uma amostragem da reflexão atual das mulheres negras em torno de sua luta, suas reivindicações pela realização de direitos. Mais especificamente, são propostas de debate em torno de políticas públicas, das formas de luta anti-racismo e anti-sexismo e dos sujeitos políticos que representamos. Longe de esgotar o debate, o que trazemos são provocações, propostas de caminhos, de modo a ampliar a visão que temos do campo em que atuamos.
Assim, pesquisadoras e ativistas aqui reunidas colocam seu pensamento à disposição, em diferentes perspectivas.
O debate e a luta continuam.”
Clique aqui para baixar a versão completa do livro.